C-O-N-T-A-B-I-L-Ê-S!? Você deve estar se perguntando que raio é isto?

Os desafios no mundo do empreendedorismo vão muito além do usual captar clientes e realizar bons negócios. Um dos maiores desafios que tive, foi conseguir entender o que meu contador estava falando, era literalmente outra idioma.

Sofro de “propósite” aguda, tenho a feia mania de tentar entender o porquê das coisas. Sempre que perguntava ao meu contador o porquê ou como algum tributo era calculado, escutava um dialeto falado apenas entre contadores, totalmente incompreensível. Fiquei refém da contabilidade, não conseguia finalizar um orçamento ou emitir uma NF sozinho.

Inconformado com minha ineptidão, recorri ao oráculo do conhecimento, o Google, para tentar amenizar as coisas, foi aí que descobri a Contabilizei, um serviço de contabilidade on line. A priori, como bom mineiro que sou, fiquei super desconfiado, se já não entendia conversando diretamente com o meu contador, como seria ter suporte apenas por chat e email.

Resumo: Me apaixonei, descomplicou a minha vida e comecei até entender um pouco mais do tal “contabilês”.

Super recomendo! Segue abaixo o link de um convite para quem quiser conhecer um pouco mais. https://goo.gl/MtepUe

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São feedbacks como este que me alimentam e motivam a fazer diferente sempre! Obrigado Penélope Portugal

O video abaixo é apenas a ponta do iceberg do que foi o Workshop Ideation Planning realizado ontem, 18/03/2019, para o Instituto Usiminas Video by ProShift Studio. hashtaginovacao hashtageducacaodisruptiva hashtageducacaocorporativa hashtagplanejamento hashtagrecursoshumanos hashtagworkshopinovador

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Me perguntaram por que o meu sonho era realizar um treinamento no palco de um teatro.

Utilizo frequentemente a analogia a um espetáculo onde a empresa é o palco e as pessoas são os artistas. Simplesmente não existe um show se não houverem pessoas em cena.

Colocar os “artistas” em um palco real e mostrar que fazer diferente depende apenas das pessoas e não do “palco” onde elas estão é algo extremamente gratificante!

Quando estou construindo um workshop, meu foco não se restringe apenas ao conteúdo que será passado durante o evento. Construo cada detalhe para proporcionar um momento único para cada participante, transformando a geração de conteúdo e conhecimento em uma experiência memorável de aprendizagem e, neste caso, com direito a iluminação, som de última geração e efeitos especiais.

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Um dos meus maiores sonhos era realizar um workshop no palco de um teatro, isso mesmo, um workshop no palco de um teatro! Juro que por mais louco que parecesse era uma ideia que não saía da minha cabeça.

Lembro que comentei com um amigo e ele disse:

Cara que ideia maluca, desencana disto, foca a sua energia em algum projeto que tenha mais coerência.

Vou te falar uma coisa, ainda bem que não desencanei! Realizei hoje o Workshop Ideation Planning para o Instituto USIMINAS no palco do Teatro Centro Cultural USIMINAS, um teatro maravilhoso que fica no shopping de Ipatinga, foi uma experiência incrível!!!!

Obrigado Penélope Portugal pela oportunidade e credibilidade. Parabéns pela equipe maravilhosa que vocês estão construindo! Não tenho palavras para descrever a energia desta turma extraordinária.

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Antes de iniciar este texto, gostaria de lhe convidar a fazer uma breve reflexão:

– Quantos relatórios você recebe por dia que simplesmente não lê?

– Quantas vezes você recebeu uma informação, produto ou serviço com um prazo 5, 10 vezes ou mais do inicialmente acordado?

– Você acha que os prazos internos do departamento que lhe atende não fazem o menor sentido?

Uma prática muito comum no mercado é a internalização da relação cliente e fornecedor, estabelecendo o conceito de CLIENTES INTERNOS. O estranho é que muito pouco se ouve sobre a internalização do conceito de vendas, a principal ponte que consolida o relacionamento entre fornecedores e clientes.

Vejo frequentemente empresas quebrando o paradigma da mentalidade do FOCO “NO” CLIENTE para o FOCO “DO” CLIENTE, estabelecendo a necessidade do cliente como pilar central do seu modelo de vendas.

Em qual dos dois modelos você acha que está sendo tratado como cliente interno?

Prepara-se! Agora vem o soco na barriga… COMO VOCÊ ACHA QUE O SEU CLIENTE INTERNO RESPONDEU AS PERGUNTAS DA REFLEXÃO ACIMA?

Apesar de ser mais confortável sempre assumirmos a posição de cliente, a verdade é que indiferente de onde o seu departamento está na cadeia da organização você será cliente de um lado e fornecedor do outro.

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Teve dificuldade em responder esta pergunta?

É incrível como algo tão usual e tão discutido atualmente seja tão difícil de se conceituar. Concorda?

Acredito que inovar é muito mais sobre desaprender do que realmente aprender. O nosso conhecimento adquirido atua como uma âncora criando uma série de pré-conceitos. Isto mesmo, separado e com hífen. Paradigmas e vieses que nos levam a repetir, mecanicamente, somente ações cujo os impactos podem ser mensurados dentro do nosso campo de conhecimento.

Vivo escutando pessoas dizendo que TEMOS QUE PENSAR MAIS FORA DA CAIXA! O meu conceito é que temos que ESVAZIAR A NOSSA CAIXA para conseguirmos trazer as ideias que estão fora para dentro dela. Por isto, ter um mindset de aprendiz, ou seja, estar aberto à experimentação e ao novo, é uma das principais competências para empresas e profissionais que buscam a inovação para os seus produtos, processos e serviços.

A pergunta acima é uma das provocações que faz parte do Workshop Moonshot Thinking, um evento focado em despertar e promover a discussão sobre inovação dentro das organizações.

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Sabe quando as coisas saem muito errado? Quando equipamentos quebram, caixas fecham no negativo e literalmente a coisa “fede” e “dá ruim” para todos os lados… Nesta hora aparece uma pessoa que detém um conhecimento especifico e consegue reverter ou mitigar a situação resolvendo o problema, nem que seja de forma paliativa.

Estes profissionais são extremamente valorizados no mercado, e é fato que este perfil é bastante relevante para o sucesso das organizações. A questão é, onde os nosso heróis estão investindo o seu tempo?

Por um erro de gestão acabamos caindo na Cultura do Herói e colocamos profissionais com vasto conhecimento e grande potencial preventivo de potenciais “novos incêndios” para simplesmente “apagá-los”.

Todos nós sabemos que a prevenção é mais necessária do que o tratamento, mas poucos recompensam atos preventivos.

A coisa só piora quando a vaidade do herói incha o seu ego e faz com que ele(a) se sinta único(a), dedicando o seu conhecimento somente para “incêndios” por que não vale a pena gastar a sua hora simplesmente tentando “evitá-los”.

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