Durante o último jogo do Brasil contra a Sérvia, teve uma tomada que mostraram os bastidores do árbitro de video. Sob o aspecto esportivo, esta é uma solução interessante e promove um comportamento fair play, evitando o cometimento e simulações de faltas. Analisando esta ideia, sob o ponto de vista tecnológico, acredito que a solução apresenta diversas oportunidades de melhoria.

Todas as vezes que processos são automatizados, trazem como resultado direto um aumento significativo da acuracidade e redução expressiva no número de pessoas envolvidas para atingir o resultado desejado. No entanto, o árbitro de video, que antes utilizava 4 árbitros em campo, hoje utiliza os mesmos 4 e, pelo menos, mais 3 pessoas que fazem a leitura e interpretação do video para chegar ao veredito da existência ou veracidade de uma determinada falta.

Fica aqui minha provocação às startups de plantão! Imagine se colocássemos chips “rfid” nas chuteiras e na bola, bem como inteligência artificial nas câmeras para leitura facial e detecção da intensidade da dor impressa por uma possível falta. Este sistema atuaria com um algoritmo, de forma totalmente automatizada, enviando para o juiz em tempo real a existência ou não de uma penalidade.

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