Um dos principais critérios da realização profissional é ter orgulho do que faz e, complementar a isto, mas não menos importante, é ter orgulho do local onde trabalha, satisfação de pertencer a sua tribo. Esses dois critérios são inseparáveis. Por exemplo, se você é um exímio químico, ama tudo que se relaciona a isto e tem muito orgulho das suas habilidades, mas trabalha para indústria do tráfico. Você tem orgulho do que faz, pode até ser muito bem pago por isso, mas evita dizer onde trabalha porque isto não lhe proporciona as melhores referências dentro da sociedade e, portanto, não tem orgulho disto.

Tenho acompanhado uma série de posts, com centenas de likes, onde oferecem uma renda extra que vai de cententas até alguns milhares de reais. Olhando o perfil das pessoas que originaram esses posts, fica claro o orgulho que elas têm do que fazem, pois em seu cargo tem uma tanto de master qualquer coisa, super black não sei das quantas e etc, mas não colocam a empresa em que trabalham.

Tenho certeza que não é tráfico de drogas, mas me pergunto se gostaria de ganhar uma renda extra e ter que ficar me escondendo atrás dos meus cargos por não ter orgulho de dizer onde trabalho.

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1. Quando o seu concorrente tem mais vivência e maior penetração de mercado.

– Inspire-se, aprenda e sempre que possível estabeleça alianças com ele, foque em construir valor juntos e absorva a maior quantidade de conhecimento possível.

2. Quando existe uma paridade na qualidade e no alcance de mercado.

– Respeite e sempre que possível, caso não haja conflito de interesses, recomende o seu concorrente. Garanta que os seus clientes, existentes e potenciais, receba um serviço/produto de qualidade, mesmo que por algum motivo isso não venha de você.

3. Quando o seu concorrente tem menos maturidade e menor penetração no mercado.

– Reconheça e colabore para que ele tenha um serviço/produto de qualidade, quanto melhor for a sua concorrência mais valorizado será o seu mercado

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A arte de conhecer novas pessoas, construir, fomentar e manter, relacionamentos, parcerias e alianças, é uma competência fundamental tanto para quem esta empregado quanto para quem esta empreendendo.

No meio da era da informação onde o volume de dados cresce em uma razão exponencial, o mercado se adapta requerendo cada vez mais profissionais customizados com conhecimentos específicos. O Networking torna-se uma das grandes vantagens competitivas do mercado.

Recomendar pessoas boas é uma ótima propaganda para você ou seu negócio, mesmo que estas pessoas sejam seus concorrentes diretos ou indiretos. Quando você se torna uma fonte de informação confiável, todos acabam procurando por você.

Há algum tempo rejeitei uma excelente proposta de emprego e tive o prazer de indicar 3 potenciais candidatos que fariam jus ao desafio, o que me proporcionou uma excelente imagem tanto junto a quem estava contratando quanto às pessoas que indiquei.

A única forma de agregar valor para si mesmo é agregando valor para os outros.

Quer saber como está o seu Networking? Faça um teste rápido, clique no link abaixo e teste sua competência.

https://goo.gl/ESjx5m

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A tecnologia pode acelerar uma transformação, mas não pode causá-la, vejamos por exemplo, uma análise da guerra dos EUA contra o Vietnã. Os EUA tinham a força de combate mais avançada tecnologicamente que o mundo já vira. Super jatos de combate, armas ultramodernas, computadores e sofisticados sistemas de comunicação. Na verdade, a dependência da tecnologia criou uma falsa sensação de invencibilidade. Não faltava tecnologia aos EUA, faltava, sim, um conceito simples e coerente para aquela guerra.

Com todo seu poderio militar os EUA não conseguiram adotar uma estratégia eficaz. Enquanto isso, as forças vietnamitas tecnologicamente inferiores se engajaram num conceito simples e coerente: uma guerrilha de atritos cujo objetivo era corroer sistematicamente o apoio do público à guerra, dentro do próprio país. Por mais simples que fosse a tecnologia empregada pelos vietnamitas, estava diretamente ligada àquele conceito simples. Como todos sabem, os EUA – a despeito de toda sua sofisticação tecnológica – não teve sucesso no Vietnã.

Se algum dia você se pegar acreditando que a tecnologia sozinha é a chave do sucesso, lembre-se novamente do Vietnã.

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1. O tempo de vida médio de uma empresa no S&P 500, indicador que mensura os 500 ativos com maior volume de negócios cotados na Bolsa de Valores de Nova York, caiu de 67 anos, em 1920, para atuais 15 anos.

2. Uma nova geração de satélites opera a um custo dez mil vezes menor com um desempenho 100 vezes melhor do que há 20 anos. A Planet Labs lançou há 3 anos o satélite Flock 1. Do tamanho de uma caixa de sapato e pesando apenas 4 kg o equipamento possui precisão para mapear pontos de 3 a 5 metros ao redor do globo. Atualmente existem mais de 100 deste equipamentos em orbita.

3. Helicópteros de brinquedo de US$ 20 com que todas as crianças estão brincando. Há cinco anos eles custavam US$ 700. Há oito anos, nem sequer existiam. O ex-astronauta Dan Barry disse sobre o brinquedo: “Ele possui um giroscópio, cuja construção os engenheiros do ônibus espacial teriam gasto US$ 100 milhões, 30 anos atrás”.

Os insights acima fazem parte do livro Organizações Exponenciais (https://goo.gl/mDKuVB). O Coautor desta obra fantástica, Yuri Van Geest, estará realizando uma palestra presencial em BH no dia 21/06/2018. Imperdível!!!

Para mais informações Bianca Baião B. Pessoa

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“No momento em que um líder se permite ser a primeira realidade com a qual as pessoas na empresa se preocupam – quando a primeira realidade deveria ser a própria realidade – você tem a receita da mediocridade, ou pior.”

Mais um trecho do livro Empresas Feitas para Vencer do Jim Collins. (https://goo.gl/9W1NGb)

Para refletir!

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Uma das leis imutáveis da física gerencial é a “Lei Packard”, batizada desta forma porque foi dita pela primeira vez por David Packard, cofundador da Hewlett-Packard Company.

“Nenhuma empresa pode aumentar sua receita, de forma constante, mais rapidamente do que a sua capacidade de recrutar as pessoas certas em número suficiente para implementar esse crescimento”.

Se a taxa de crescimento de sua receita supera consistentemente sua taxa de desenvolvimento de pessoas, o seu negócio não terá crescimento sustentável e pode, em alguns casos, até vir a ruir.

Fazendo uma uma breve analogia com o princípio da alavanca de Arquimedes, dentro do universo dos negócios as “pessoas certas” são, sem sombra de dúvidas, a grande alavanca para um crescimento sustentável.

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“Todas as empresas têm uma cultura e algumas empresas têm disciplina, mas poucas empresas têm uma cultura da disciplina. Quando você tem pessoas disciplinadas, não precisa de hierarquia. Quando tem pensamento disciplinado, não precisa de burocracia. Quando tem ação disciplinada, não precisa de controles excessivos. Quando você combina uma cultura da disciplina a uma ética empreendedora, consegue a alquimia mágica do desempenho extraordinário.”

Trecho do livro Empresas Feitas para Vencer do Jim Collins
(https://goo.gl/9W1NGb)

Pensa em uma leitura que vale a pena!

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