Uma pesquisa realizada pela Global Workforce Study apresenta que 1 em cada 4 brasileiros estão ativamente desengajados.

Um estudo realizado pela Gallup diz que profissionais engajados são 32% mais comprometidos, estão menos vulneráveis ao estresse e desempenham 16% melhor que os demais.

70% dos líderes reconhecem que o engajamento é fundamental para os resultados, mas apenas 20% concordam que as atuais iniciativas para melhorar esta competência estão sendo eficazes.

Existe um significativo desalinhamento entre a visão do que as pessoas querem e o que as empresas estão oferecendo. Os colaboradores estão buscando alinhamento de propósitos, desafios e oportunidades de carreira e as empresas estão focando em plano de remuneração e meritocracia. O resultado é um turnover além do desejado, com baixa fixação dos empregados e menor comprometimento daqueles que permanecem.

Este video é um teaser do WORKSHOP COMPARTILHAMENTO DE PROPÓSITO E CULTURA DE ENGAJAMENTO. Um treinamento exclusivo da Brandão facilitador de Valor.

Quer saber mais?

Dá um google em Leandro Brandão 😉

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Realizei durante este mês de fevereiro, uma maratona de leitura focada em criatividade e inovação.

Seguindo o lema do início deste post, gostaria de compartilhar a minha avaliação, bem como o link de cada título.

➡ Design Sprint, Jake Knaap ⭐⭐⭐⭐⭐
(https://goo.gl/Y1okH9)

➡ The Creative Habit, Twyla Tharp⭐⭐⭐
(https://goo.gl/Apa2sQ)

➡ Crescimento Lucrativo, Ram Charan⭐⭐⭐
(https://goo.gl/oxLq8h)

➡ Muito Além da Sorte, Clay Christensen⭐⭐⭐
(https://goo.gl/XB5BE5)

Recomendo! Espero que gostem!

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Existe um velho ditado que diz que todos nos devemos fazer mais com menos. O problema, porém, é que o foco está geralmente no “menos” e o “mais” raramente acontece.

A redução dos custos nem sempre é o mocinho da história, como apresentado no livro “Crescimento Lucrativo”, do genial Ram Charam (https://goo.gl/yh685d), que aborda as consequências que um mau crescimento pode trazer para o negócio.

Mau Crescimento!? Isso mesmo, você leu corretamente!

O mau crescimento acontece quando a empresa decide cortar custos ao invés de otimizá-los, aumentando paliativamente a margem e colocando em risco a sustentabilidade do negócio através de reduções no efetivo da força de trabalho, verbas de capacitação e investimentos.

É surpreendente como a maioria dos orçamentos das empresas contenha tão poucos detalhes sobre receitas e fontes de aumento da mesma. A grande maioria das linhas nos orçamentos estão relacionadas aos custos. Poucas delas, se é que há alguma, identificam os recursos destinados explicitamente ao crescimento.

O foco excessivo nos custos e uma marginalização dos benefícios atrelados a eles é uma combinação cruel que traz no seu currículo a extinção no mercado de milhares de empresas ora antes consideradas investimentos saudáveis.

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Tive a honra de iniciar a minha carreira e trabalhar por mais de 10 anos em áreas operacionais no setor de mineração.

Foram anos de muito aprendizado. O que eu jamais poderia imaginar é como o processo operacional da mineração seria útil para otimizar a minha gestão pessoal de conhecimento.

Isso mesmo! Nunca foi tão importante saber garimpar e processar boas informações como agora!

Convido-lhe a refletir sobre a analogia do garimpo de informações seguindo o fluxo simplificado do processo da mineração.

SONDAGEM – Acesso o google trends para sondar o que houve de mais relevante nas últimas 24 horas;
EXTRAÇÃO – Leio as notícias relacionadas aos assuntos de destaque e dou um giro pelos noticiários;
BRITAGEM – Quebro e correlaciono insights importantes para o meu dia-a-dia;
PENEIRAMENTO – Seleciono dos dados obtidos, o que vale a pena ser estocado;
SEGMENTAÇÃO – Agrupo por áreas de conhecimento (tags);
ESTOCAGEM – Estoco as informações no organizador virtual “pocket”;
LOGÍSTICA – Utilizo as redes sociais para distribuir conteúdo.

Foi desta forma que garimpei o excelente blog do @Alexandre Pedrosa.

Super recomendo, link para acesso (https://goo.gl/ZcM7gr).

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Infelizmente temos a cultura do “camisa 10” e damos muito mais valor para o craque do que para a perfomance do time como um todo.

Estive envolvido em um evento na última semana, com foco no desafio do engajamento para a alta perfomance. Durante a apresentação, um dos palestrantes disse que tinham na empresa um programa que encorajava todos os funcionários a assumir responsabilidades, desenvolvendo projetos, com praticamente total autonomia, sem a necessidade de grandes aprovações até o investimento final.

Um dos cases apresentados foi o de um estagiário que desenvolveu um projeto com um retorno de 10 milhões de reais para a empresa.

Primeiramente, houve um grande burburinho no auditório, mas o que mais me impressionou foi que 99% das pessoas que estavam participando deste evento quiseram saber mais sobre o estagiário ao programa que o revelou.

Este exemplo se encaixa perfeitamente em uma das famosas frases do Steve Jobs: “Não tem sentido contratar pessoas inteligentes, e depois lhes dizer o que deve ou não fazer!”

Fica a seguinte provocação. Quanto nossas organizações estão deixando de ganhar por não saber gerir talentos?

 

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