Um dos meus maiores sonhos era realizar um workshop no palco de um teatro, isso mesmo, um workshop no palco de um teatro! Juro que por mais louco que parecesse era uma ideia que não saía da minha cabeça.

Lembro que comentei com um amigo e ele disse:

Cara que ideia maluca, desencana disto, foca a sua energia em algum projeto que tenha mais coerência.

Vou te falar uma coisa, ainda bem que não desencanei! Realizei hoje o Workshop Ideation Planning para o Instituto USIMINAS no palco do Teatro Centro Cultural USIMINAS, um teatro maravilhoso que fica no shopping de Ipatinga, foi uma experiência incrível!!!!

Obrigado Penélope Portugal pela oportunidade e credibilidade. Parabéns pela equipe maravilhosa que vocês estão construindo! Não tenho palavras para descrever a energia desta turma extraordinária.

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Antes de iniciar este texto, gostaria de lhe convidar a fazer uma breve reflexão:

– Quantos relatórios você recebe por dia que simplesmente não lê?

– Quantas vezes você recebeu uma informação, produto ou serviço com um prazo 5, 10 vezes ou mais do inicialmente acordado?

– Você acha que os prazos internos do departamento que lhe atende não fazem o menor sentido?

Uma prática muito comum no mercado é a internalização da relação cliente e fornecedor, estabelecendo o conceito de CLIENTES INTERNOS. O estranho é que muito pouco se ouve sobre a internalização do conceito de vendas, a principal ponte que consolida o relacionamento entre fornecedores e clientes.

Vejo frequentemente empresas quebrando o paradigma da mentalidade do FOCO “NO” CLIENTE para o FOCO “DO” CLIENTE, estabelecendo a necessidade do cliente como pilar central do seu modelo de vendas.

Em qual dos dois modelos você acha que está sendo tratado como cliente interno?

Prepara-se! Agora vem o soco na barriga… COMO VOCÊ ACHA QUE O SEU CLIENTE INTERNO RESPONDEU AS PERGUNTAS DA REFLEXÃO ACIMA?

Apesar de ser mais confortável sempre assumirmos a posição de cliente, a verdade é que indiferente de onde o seu departamento está na cadeia da organização você será cliente de um lado e fornecedor do outro.

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Teve dificuldade em responder esta pergunta?

É incrível como algo tão usual e tão discutido atualmente seja tão difícil de se conceituar. Concorda?

Acredito que inovar é muito mais sobre desaprender do que realmente aprender. O nosso conhecimento adquirido atua como uma âncora criando uma série de pré-conceitos. Isto mesmo, separado e com hífen. Paradigmas e vieses que nos levam a repetir, mecanicamente, somente ações cujo os impactos podem ser mensurados dentro do nosso campo de conhecimento.

Vivo escutando pessoas dizendo que TEMOS QUE PENSAR MAIS FORA DA CAIXA! O meu conceito é que temos que ESVAZIAR A NOSSA CAIXA para conseguirmos trazer as ideias que estão fora para dentro dela. Por isto, ter um mindset de aprendiz, ou seja, estar aberto à experimentação e ao novo, é uma das principais competências para empresas e profissionais que buscam a inovação para os seus produtos, processos e serviços.

A pergunta acima é uma das provocações que faz parte do Workshop Moonshot Thinking, um evento focado em despertar e promover a discussão sobre inovação dentro das organizações.

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Sabe quando as coisas saem muito errado? Quando equipamentos quebram, caixas fecham no negativo e literalmente a coisa “fede” e “dá ruim” para todos os lados… Nesta hora aparece uma pessoa que detém um conhecimento especifico e consegue reverter ou mitigar a situação resolvendo o problema, nem que seja de forma paliativa.

Estes profissionais são extremamente valorizados no mercado, e é fato que este perfil é bastante relevante para o sucesso das organizações. A questão é, onde os nosso heróis estão investindo o seu tempo?

Por um erro de gestão acabamos caindo na Cultura do Herói e colocamos profissionais com vasto conhecimento e grande potencial preventivo de potenciais “novos incêndios” para simplesmente “apagá-los”.

Todos nós sabemos que a prevenção é mais necessária do que o tratamento, mas poucos recompensam atos preventivos.

A coisa só piora quando a vaidade do herói incha o seu ego e faz com que ele(a) se sinta único(a), dedicando o seu conhecimento somente para “incêndios” por que não vale a pena gastar a sua hora simplesmente tentando “evitá-los”.

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Uma das maiores tendências da era exponencial é que haja a democratização, ou seja, o livre e indiscriminado acesso aos serviços que foram digitalizados.

Existe um abismo entre a velocidade de evolução e adaptação das tecnologias frente a capacidade dos governos e órgãos competentes de se atualizarem e reagirem aos novos cenários criados pelo avanço tecnológico. Este abismo foi o que criou a regulamentação dos apps de transporte no Brasil, que por enquanto não deu em nada, e é o mesmo que está levando a cidade de Paris a aplicar uma multa milionária de 12 milhões de euros na plataforma Airbnb.

O governo sempre foi uma fonte de renda expressiva para as atividades de Lobby, a digitalização do serviço elimina este intermediador entre instituições governamentais e empresas de capital privado. Ações como a realizada aqui no Brasil nos apps de transporte, em Nova York com a regulamentação do bitcoin ou em Paris com regulamentação do número de dias que um cidadão pode disponibilizar a sua residência para aluguel no Airbnb são sinais muito claros de como o governo eleito pela democracia está atrasando a democratização.

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Foi esta a pergunta que me fizeram hoje na hora do almoço. Na verdade a pergunta exata foi: “O que você faz da vida que você trabalha de chinelo?” Respondi que o ponto não é o que eu faço, mas sim o que eu deixei de fazer.

➡ Abri mão de uma carreira internacional em uma empresa sólida com salários e benefícios incríveis;

➡ Aceitei que o dinheiro não era o fator decisivo na minha vida;

➡ Parei de acreditar que eu era novo demais para abrir minha própria consultoria;

➡ Aceitei que ganhar menos em curto prazo, com potencial de ganhar mais a longo prazo;

➡ Aprendi a conviver com os riscos, descobri que eles podem te cobrar tanto quanto te pagar;

➡ Abandonei minha zona de conforto, descobri que este é o único lugar onde posso aprender de verdade;

Quando terminei de responder a pergunta que a pessoa tinha feito, ela estava com uma cara indescritível e eu disse:

Eu sei… não é primeira vez que me chamam de maluco, pode ficar à vontade.

Não sei dizer quantas pessoas contribuíram, de todas as formas, para a transição, abertura e crescimento da minha empresa. Hoje me sinto na obrigação de retribuir de alguma forma.

Você tem um ou quer abri um negócio? Quer trocar uma ideia sobre empreendedorismo? Então acesse: https://goo.gl/mB5PGt

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